VANTAGENS ALCAN�ADAS COM A TERCEIRIZA��O


Ap�s a decis�o, a escolha do que terceirizar e a sua efetiva implanta��o, a organiza��o dever� ganhar em v�rios aspectos, desde macro a microecon�micos (quanto a competitividade , ao custo e ao pr�prio desempenho da �rea de TI).
No aspecto macroecon�mico:
a) a cria��o de novas empresas e mais arrecada��es fiscais;
b) o enxugamento de grandes organiza��es ineficientes (principalmente p�blicas);
c) a gera��o de emprego e distribui��o de renda;
d) a transfer�ncia de tecnologia interfirma, aumentando a efici�ncia global.
No aspecto microecon�nico:
Em rela��o � competitividade organizacional:
a) acabar com a acomoda��o e inefic�cia da estabilidade no emprego;
b) maior agilidade (resposta a curto prazo), conforme a demanda de entrada/sa�da de produtos/servi�os no mercado ou para usu�rios. Tamb�m causada pela transforma��o do custo fixo em vari�vel, e �s estruturas mais leves;
c) a agilidade no processo decis�rio, devido a simplifica��o da estrutura organizacional;
d) o aumento nos lucros devido ao aumento de efici�ncia (redu��o de custos);
e) o contato apenas de empresa para empresa;
f) a diminui��o do corporativismo;
g) o enxugamento, redu��o de n�veis hier�rquicos e da largura da base na estrutura organizacional da terceirizante;
h) o estabelecimento de parcerias e diminui��o da burocracia;
i) maior facilidade na implanta��o de programas de qualidade total (devido ao tamanho reduzido);
j) a flexibilidade econ�mica (adaptabilidade a mudan�as), devido � redu��o de custos fixos;
k) a focaliza��o com ganho de especializa��o e de efic�cia, concentrando-se naquilo que a empresa faz de melhor (core-competence);
l) maior proximidade com o mercado (melhor percep��o das necessidades dos clientes);
m) manter a competitividade, crescimento mais r�pido;
n) melhorar a administra��o do tempo da empresa;
o) uma revis�o estrutural e cultural da empresa.
Em rela��o ao custo:
a) o corte no excesso de pessoal e acabar com a ociosidade quando em baixas demandas;
b) a desmobiliza��o de ativos;
c) a diminui��o de reclamat�rias trabalhistas;
d) o ganho e reaproveitamento do espa�o f�sico ou colocados em disponibilidade;
e) o ganho pela economia de escala (demanda) e aumento da curva de aprendizagem na parceira, aumentando efici�ncia e reduzindo custo, com reflexo na terceirizante;
f) a pulveriza��o da a��o sindical ao reduzir sua base de representa��o e, consequentemente, seu poder pol�tico e econ�mico, criando condi��es de desmobiliza��o para movimentos grevistas;
g) a racionaliza��o das compras e redu��o dos estoques com diminui��o dos desperd�cios;
h) a redu��o do passivo trabalhista nas empresas terceirizantes;
i) a transforma��o do custo fixo em vari�vel. (com manuten��o do faturamento e diminui��o do imobilizado).
Em rela��o ao desempenho em TI:
a) maior comodidade, aguardando apenas os resultados dos processos;
b) a despreocupa��o com suprimentos para esta �rea;
c) a eleva��o do n�vel de servi�o de TI, com aumento da satisfa��o do usu�rio/cliente;
d) a elimina��o da preocupa��o de reciclagem no recrutamento e treinamento nesta �rea, exigidos constantemente pelo turn-over dos profissionais em inform�tica;
e) a redu��o do ciclo de vida de desenvolvimento de novos produtos;
f) a facilidade de implantar outros sistemas sem pr�vio desenvolvimento, (se espera que muitos sistemas prontos possam auxiliar neste caso);
g) a flexibiliza��o t�cnica (adaptabilidade a mudan�as), ou seja, a facilidade de desvincula��o de tecnologias ultrapassadas (morosidade para especializar/treinar pessoal interno para nova tecnologia);
h) a objetividade de an�lise custo x benef�cio em novos projetos de TI;
i) a objetividade e defini��o das prioridades em TI;
j) maior possibilidade de controle sobre especifica��es t�cnicas, prazo, pre�o, qualidade, volume da produ��o, etc. devido � visibilidade contratual e financeira, pois h� um maior paternalismo com o pessoal da casa;
k) a previsibilidade de gastos (custo x investimento) em TI, com ou sem diminui��o;
l) a transfer�ncia da responsabilidade pela opera��o dos sistemas.